Javier García-Solera (21-09-1958)

Profesor de Proyectos de ETS Alicante desde 1999


ENTREVISTA: 
“En su calidad de profesor, ¿Qué mensaje nos dedicaría a los estudiantes, a los “arquitectos del mañana?. 

Lo primero que no piensen en ser los arquitectos del mañana, que se sientan tales desde el primer día de escuela. Lo segundo que sepan que si eres arquitecto nada de todo lo que acontece a tu alrededor te es ajeno, todo es al final material de proyecto. La mirada del arquitecto debe ser amplia y crítica o no lo es. Les diría también que no se dejasen tentar en exceso por la actitud artístic.”

http://www.socearq.org/cms/wp-content/uploads/2010/05/entrevista-jgs.pdf

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“ Quando Le Corbusier afirmou em 1923: ‘ a casa é uma maquina de morar’ , quis significar que com isto que ela deveria ser concebida e organizada antes de mais nada para funcionar, e não que devesse ter  ‘ aparência de máquina’, como pretenderam alguns, esquecidos de que no mesmo livro Vers une Architecture – afirmava igualmente o seguinte : “ Emprega-se a pedra, a madeira, o cimento; fazem-se casas e palácios – é construção. O engenheiro trabalha. Mas, de repente, algo me toca o coração; sinto-me bem, sou feliz e digo: é belo. Arquitetura é isto. É arte. Minha casa é prática. Sou-lhe grato, tal como sou grato aos engenheiros dos caminhos de ferro e da companhia telefônica. Você não me tocou o coração. Mas os muros sobem contra o céu numa ordem tal que me emociona. Percebo-lhe as intenções. Você quis ser meigo, brutal, gracioso ou digno. As pedras dizem-no. Sinto-me preso a um ponto e meus olhos observam. Observam algo que enuncia um pensamento, um pensamento que se torna claro sem palavra nem sons, mas unicamente através de primas que tem entre si determinadas relações. Estes primas são tais que a luz os pormenoriza claramente. Essas relações nada tem de necessariamente prático ou descritivo. São uma criação matemática do próprio espírito. São a linguagem da arquitetura. Com materiais inertes e um programa mais ou menos utilitário que se ultrapassa, estabelecem-se relações capazes de comover. Arquitetura é isto.”   (…) 331-332.

O novo humanismo científico e tecnológico. 1961.

Lúcio Costa: sobre arquitetura. Centro de estudantes universitários de arquitetura. Porto Alegre 1962. 

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nummaarquitetos:

“Não se revoluciona revolucionando.Revoluciona-se solucionando“

Le Corbusier

(Source: )

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nummaarquitetos:

“O princípio que dá sustentação a uma obra de arte não é necessariamente contemporâneo a ela. É muito provável que ele escorregue pra o passado ou para o futuro… O artista mora em uma época que de forma alguma precisa se a história de seu próprio tempo.” Henri Focillon, 1939. 

(Source: )

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nummaarquitetos:

TRAÇOS DA INVENÇÃO: ÁLVARO SIZA AOS 70
William J. R. Curtis
Tradução inglês-português: Rogério de Castro Oliveira 
“Sempre explorando o espaço, a luz, o lugar e o movimento. Sempre fundindo soluções genéricas com requerimentos individuais, a todo momento ampliando e transformando uma linguagem que se cristalizou pela primeira vez há mais de quatro décadas. No fim de semana eu revisito alguns de seus trabalhos iniciais, entre eles dois de meus favoritos: a Piscina, em Leça da Palmeira, e o Restaurante Boa Nova, ambos sobre a costa, vários quilômetros ao norte do Porto, perto de Matosinhos.”
imagem : Seaweed and rocks, Foz, Porto, 2003. Ink on card. Copyright William J. R. Curtis
 http://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_13/08_william%20curtis.pdf

nummaarquitetos:

TRAÇOS DA INVENÇÃO: ÁLVARO SIZA AOS 70

William J. R. Curtis

Tradução inglês-português: Rogério de Castro Oliveira

“Sempre explorando o espaço, a luz, o lugar e o movimento. Sempre fundindo soluções genéricas com requerimentos individuais, a todo momento ampliando e transformando uma linguagem que se cristalizou pela primeira vez há mais de quatro décadas. No fim de semana eu revisito alguns de seus trabalhos iniciais, entre eles dois de meus favoritos: a Piscina, em Leça da Palmeira, e o Restaurante Boa Nova, ambos sobre a costa, vários quilômetros ao norte do Porto, perto de Matosinhos.”

imagem : Seaweed and rocks, Foz, Porto, 2003. Ink on card. Copyright William J. R. Curtis

 http://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_13/08_william%20curtis.pdf

(Source: )

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: Sobre os ideais arquitetônicos de Oscar Niemeyer, no início da década...

nummaarquitetos:

Sobre os ideais arquitetônicos de Oscar Niemeyer, no início da década de 50.


”(…), passaram a me interessar as soluções compactas, simples e geométricas; os problemas de hierarquia e de caráter arquitetônico; as conveniências de unidade e harmonia entre os edifícios e, ainda, que estes…

(Source: )

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nummaarquitetos:

Chandigarh

nummaarquitetos:

Chandigarh

(Source: )

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“O espaço físico não apenas contribui para a realização da educação, 
mas é em si uma forma silenciosa de educar. Como afirma Antônio Viñao Frago, referindo-se ao espaço escolar, este não é apenas um “cenário” onde se desenvolve a educação, mas sim “uma forma silenciosa de ensino” (Frago, 1995, p. 69).

(Source: )

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http://alejandroaravena.com/obras/casas-houses/ordos-100/

http://alejandroaravena.com/obras/casas-houses/ordos-100/

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“Definir-se como “modernista” parecia inadequado a Lucio Costa: “[…] depois de uma cisão, vem outra; ser moderno é – conhecendo à fundo o passado – ser atual e prospectivo. Assim cabe distinguir entre moderno e ‘modernista’, a fim de evitar designações inadequadas.” (12). Ou como afirmou ainda: “(Conservador) sim, por temperamento, e nesses termos só não gosto mesmo de conservar a doença, mas, quando constato que está tudo errado, sou revolucionário. Não sou, jamais fui, modernista. Aliás, tenho horror a esse conceito que me soa falso, mas sempre participei dos movimentos de renovação válida. Fiquei ao lado dos modernistas brasileiros, mas achava a nomenclatura inadequada, e esse lado meramente “progressista” gratuito não me agrada”. (13)”

 

SANTOS, Cecília Rodrigues dos. Lucio Costa: problema mal posto, problema reposto. Arquitextos, São Paulo, 10.115, Vitruvius, dez 2009 <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.115/2>.

 

(12) COSTA, Maria Elisa (org.). Com a palavra Lucio Costa. Rio de Janeiro, Aeroplano, 2001, p. 65.

(13) “Brasília é uma síntese do Brasil”, entrevista de Lucio Costa a Beatriz Marinho. O Estado de São Paulo, caderno Cultura, 13 fev. 1988, pp. 1-4.

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